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Índice de falha nos equipamentos: como e por que analisar
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Índice de falha nos equipamentos: como e por que analisar

Postado por Author Positivo Tecnologiaem 4 de junho de 201816 de julho de 2019Comentários
Índice de falha nos equipamentos: como e por que analisar

Uma das principais responsabilidades da equipe de TI em qualquer empresa é garantir o bom funcionamento dos recursos tecnológicos que dão suporte à geração de valor na organização. E, para isso, é essencial mensurar e analisar o índice de falha nos equipamentos.

Quando o time de TI conhece a confiabilidade dos equipamentos utilizados na empresa, é possível se preparar melhor para imprevistos e programar manutenções e trocas antes que a equipe fique na mão e a operação corra o risco de ser paralisada.

Neste artigo, vamos explicar o que é o índice de falha nos equipamentos de tecnologia e como utilizar essa métrica para assegurar a continuidade dos serviços de uma empresa. Boa leitura!

Quais são os principais indicadores de falha nos equipamentos de TI?

Na prática, não existe uma regra universal que valha para todo tipo de equipamento presente em uma infraestrutura de TI. Cada um deles terá indicadores diferentes, que estão diretamente relacionados às suas funcionalidades.

Em um notebook, por exemplo, é preciso checar a autonomia da bateria, afinal, ela é um recurso essencial desse tipo de equipamento. Já em um desktop, os principais problemas são outros, como a responsividade do mouse e de outros periféricos.

Portanto, para delimitar os principais indicadores de falha, é importante conhecer os equipamentos utilizados na operação, quais são as suas funcionalidades essenciais e quais tipos de problema podem afetá-las.

A partir disso, é possível listar procedimentos de verificação dessas falhas que farão parte da rotina das manutenções preventivas e preditivas realizadas pela equipe técnica. A ideia é reduzir ao máximo as manutenções corretivas, que são feitas quando o equipamento apresenta um problema grave e compromete a continuidade da operação.

Normalmente, as manutenções corretivas acontecem a partir de um chamado aberto por um usuário, que encontra um impedimento na utilização do equipamento e por isso entra em contato com a TI.

Nem sempre esses chamados resultam na parada das operações. Muitas vezes, basta uma orientação do suporte para o que o usuário consiga retomar o trabalho, seja por uma falha simples ou por um problema de compreensão.

Mas é fundamental registrar todos esses contatos com a TI e com a assistência técnica para entender melhor as causas dos problemas operacionais: se muitas pessoas encontram dificuldades em utilizar os equipamentos, pode ser necessário investir em treinamentos ou melhorias na usabilidade de softwares, por exemplo.

Quando é necessário realizar a análise da infraestrutura de TI?

Sempre que algum erro compromete a operação de uma empresa, pode ser interessante realizar uma análise mais aprofundada da infraestrutura de TI para evitar que aquele tipo de falha aconteça.

Além disso, é recomendável que o time técnico cheque com frequência a confiabilidade do sistema, por meio de manutenções preventivas. Muitas vezes, o bom funcionamento dos equipamentos pode ser literalmente uma questão de vida ou morte — em um hospital, por exemplo.

Essa análise também é importante para perceber a necessidade de ajustar configurações que não propositalmente gerem consumo de bateria muito alto em notebooks ou até oportunidades de implementar novas tecnologias, como o machine learning, que possam potencializar a infraestrutura da empresa.

Guia da manutenção de equipamentos tecnológicos em PMEs

Quais são os verdadeiros riscos de ficar sem operações?

Se o time de TI não observa o índice de falha dos equipamentos, são maiores as chances de que eles deixem o time operacional na mão. E muitas vezes a queima de um computador na hora errada pode causar prejuízos imensos para a empresa.

Em call centers, por exemplo, há uma demanda integral da infraestrutura de TI e é crucial que exista uma estratégia de continuidade de serviço que envolva a verificação de falhas, manutenção preventiva e redundâncias, de forma que o risco de paralisação da operação seja mitigado ao máximo possível.

A tecnologia é cada vez mais relevante para a geração de valor em praticamente qualquer tipo de negócio. Se o time de TI não está preparado para erros no maquinário da empresa, é bem possível que as consequências sejam desastrosas quando eles acontecerem.

Em salas de cinema, por exemplo, a exibição dos filmes hoje já é quase totalmente automatizada e controlada por computadores. Um mau funcionamento do equipamento pode resultar em uma péssima experiência para o público e um gasto inesperado da empresa com o reembolso de ingressos.

O risco da paralisação das operações por falhas na tecnologia existe e é bem preocupante. Mas a boa notícia é que há formas de assegurar a continuidade do serviço na maior parte dos casos.

Como assegurar a continuidade do serviço?

O primeiro ponto que deve ser observado aqui é a implementação de um plano de recuperação de desastres e continuidade de serviços. Neste documento, devem ser descritas as ações de prevenção, antecipação e resposta a riscos como a queima de computadores ou falha de sistemas.

Além disso, também é preciso ter uma atenção especial com a vida útil de equipamentos que sejam cruciais para a operação. Chega um momento em que vale a pena atualizar o parque tecnológico e aposentar itens que já sofreram um grande desgaste.

Mesmo em equipamentos de alta performance, em que não exista nenhum tipo de obsolência programada, é importante determinar um prazo de serviço efetivo e ter a consciência de realizar a troca antes que eles comecem a estragar com frequência.

E, além de toda a cautela descrita neste artigo, também pode ser interessante contar com redundância nos serviços essenciais da empresa. Ou seja, se um equipamento falha por qualquer razão, é essencial ter uma opção secundária que consiga garantir a continuidade do serviço pelo menos enquanto a primária passa por reparos.

O mesmo vale para o fornecimento de energia. Em equipamentos essenciais, é interessante contar com no-breaks e baterias que evitem que ele reinicie quando houver uma queda de energia, mesmo se existir um gerador suplementar na empresa.

Agora que você já sabe o que é o índice de falha nos equipamentos e por que é importante estar atento a ele, que tal aproveitar para compartilhar esse conteúdo em suas redes sociais? Aproveite também para assinar a news e acompanhar todas as novidades do canal.

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One thought on “Índice de falha nos equipamentos: como e por que analisar”

  • Daniel Coelho

    Ótimo material.
    Extremamente importante ter como base esse indicador para tomada de ações estratégicas eficazes.
    http://snip.ly/kux6cf#https://www.psgengenharia.com/

    março 17, 2019 at 3:38 pm Responder

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