Como você diria que é a gestão de ativos de TI hoje na sua empresa? Essa pergunta, que não traria muita preocupação até alguns anos atrás, hoje é uma estratégia crucial para o sucesso de negócios rumo à transformação digital.

Por isso, preparamos este artigo para você. Vamos conversar um pouco sobre a importância dos ativos em uma TI estratégica e como começar esse processo na prática. Confira!

Por que fazer uma boa gestão de ativos de TI?

Não faz muito tempo que o papel da TI dentro das empresas era apenas de suporte, por isso a gestão de seus ativos era tratada como uma questão apenas operacional.

Essa realidade, porém, mudou com tanta velocidade que pegou muitos gestores despreparados. A inclusão de tecnologia em técnicas de Business Intelligence colocou a TI na linha de frente de novas estratégias de mercado, responsável por criar e manter ferramentas, modelos e processos que ajudem uma empresa a atender as expectativas de seu público.

Portanto, hoje, os ativos de TI são a base que sustenta muitos negócios. Gerir seus componentes é essencial para encontrar e solucionar problemas de produção, buscar oportunidades de crescimento e priorizar investimentos no que dá mais resultado para a performance da empresa.

Como melhorar a sua gestão de ativos de TI?

Então, é hora de gestores de TI assumirem o seu papel como responsáveis por uma boa gestão de ativos. Ter sucesso nessa estratégia significa organização, estruturação e apoio tecnológico. Veja 6 dicas que preparamos para você começar:

Conheça todos os seus ativos

A base de uma boa gestão de ativos de TI está em um inventário de infraestrutura. Quais são os seus ativos? Quais são mais valiosos para a operação? Quais exigem um controle maior de segurança?

Esse tipo de pergunta guia a sua estratégia tecnológica dentro de um negócio transformado digitalmente, por isso é tão importante ter as respostas prontas desde o início.

Esse mapeamento pode culminar em um Configuration Management Database, um registro bem estruturado não só do seu inventário, mas das dependências e correlações entre ativos dentro da sua infraestrutura.

Utilize métricas de custos e produtividade

Um erro comum de gestão de ativos é não ter a noção exata de custos e, consequentemente, sua relação com o retorno em produtividade. Por isso, defina indicadores e invista na medição com métricas objetivas que apontem todos os gastos relacionados à sua infraestrutura.

Existem duas vantagens-chave nesse tipo de abordagem: primeiro, a medição correta dos custos com ativos incentivam seu uso racional, o que resulta em longevidade maior e economia com manutenção.

Em segundo lugar, métricas claras facilitam o desenvolvimento de novas estratégias produtivas e, principalmente, o norteamento para novos investimentos. Se a empresa precisa manter um data center, pro exemplo, os custos que pesam mais, como energia e telecomunicações, devem ser o foco do planejamento futuro.

Entenda a depreciação dos ativos

Principalmente quando falamos em infraestrutura tecnológica, o período de depreciação dos ativos é uma das partes mais importantes do seu gerenciamento.

Essa depreciação geralmente está ligada ao suporte. Por exemplo, se você compra um servidor e tem cinco anos de suporte assistido, já existe uma previsão determinada de utilização ótima do equipamento. Caso você opte por estender esse período por conta própria, a empresa assume o risco de comprometer sua produtividade.

A mesma coisa acontece com todos os hardwares e boa parte dos softwares. Manter um contato próximo com o fornecedor, gerenciar contratos de suporte e planejar seu roadmap de atualização tecnológica são passos obrigatórios para uma boa gestão de ativos de TI.

Automatize alertas e converse com os colaboradores

Agora que a tecnologia faz parte do negócio e é fundamental para o seu sucesso, um inventário de ativos não pode ser um levantamento feito esporadicamente. Sua vigilância deve ser constante.

Você pode optar por um centro de monitoramento próprio ou partir para o outsourcing nessa etapa. O ideal é que todo o acompanhamento do uso de ativos seja automatizado, além de um processo transparente para todos os colaboradores.

Se alguém tirar o cabo de rede, um alarme será acionado. Se algum servidor desligar sozinho, também. Além desse monitoramento, o registro de falhas e problemas produtivos pode ser utilizado como relatório no futuro para que cada funcionário otimize a sua utilização da tecnologia dentro do escritório.

Utilize a tecnologia para mapear ativos e processos

A gestão de ativos, como já dissemos, é um processo constante e interminável em uma empresa que busca na tecnologia um suporte de negócio. Por que então não usar ela própria para manter o inventário sempre atualizado?

O cadastro desses ativos é, na maioria das vezes, um processo manual. Mas, depois de inseridas essas informações no sistema, ele próprio pode automatizar o controle e mapeamento de processos produtivos, gastos com manutenção e retorno sobre investimentos. É uma fonte de BI em tempo real que a TI pode utilizar não só para gerir seus ativos como para traçar novas estratégias de mercado.

Conte com bons fornecedores

Por fim, podemos reforçar que a sua gestão fica muito mais fácil quando existe mais qualidade nos seus ativos — em construção, função e performance. Portanto, o contato com bons fornecedores é fundamental para o seu sucesso.

Se você repassar todos os itens acima (mapeamento, automação, depreciação, métricas de produtividade), tudo isso está atrelado a uma boa infraestrutura e a um suporte eficiente. Quando falamos em TI, o fornecedor precisa ser sempre tratado como um parceiro e um aliado, uma peça-chave para entregar a base para sua gestão de ativos.

Qual é o futuro da gestão de ativos?

Como conversamos no início desse texto, em pouco tempo não haverá mais espaço para empresas que não buscam soluções e insights tecnológicos para responder às novas demandas de mercado.

Por isso, a gestão de ativos de TI será cada vez mais parte fundamental do seu trabalho como profissional da área. É de um bom conhecimento da sua própria infraestrutura que você dá à empresa visão de negócio, acesso a ferramentas sofisticadas de BI e controle preciso sobre custos de produção em relação ao seu retorno.

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