A disponibilidade de máquina é uma condição essencial para a produtividade de um negócio. Quando os recursos tecnológicos de uma empresa estão indisponíveis, parte da estrutura produtiva é paralisada e deixa de gerar valor, o que pode significar um imenso prejuízo para um negócio.

Para evitar que a indisponibilidade se torne um gargalo para o desempenho empresarial, é importante investir em equipamentos confiáveis, redundância e sistemas de prevenção de riscos e recuperação de desastres.

Neste artigo, explicaremos melhor a relação entre a disponibilidade de máquinas e o desempenho empresarial e o que é necessário para que computadores ofereçam disponibilidade em tempo integral. Boa leitura!

Qual é a relação entre disponibilidade de máquinas e produtividade?

Antes de os computadores se tornarem ferramentas utilizadas em praticamente todo tipo de negócio, o valor era gerado em processos bem diferentes dentro das empresas.

Sem sistemas informatizados e conectados, a troca de informações muitas vezes era feita por memorandos de papel e formulários intermináveis que circulavam entre os diferentes setores.

Além de aprimorar a forma que a empresa trata suas próprias informações, os computadores também permitiram maior velocidade na realização de cálculos e resultados mais confiáveis em todo tipo de atividade feita hoje com a assistência de um sistema informatizado.

Sem problemas pessoais, fadiga, desorganização ou qualquer fator externo que possa aumentar erros involuntários em tarefas, os computadores só falham em um trabalho se forem propositalmente programados ou configurados para cometer esses erros. Ou então, se estiverem indisponíveis.

Uma máquina indisponível é aquela que, por qualquer razão, não pode ser utilizada para a execução de um trabalho em determinado momento. Quando um sistema de gestão da empresa está fora do ar, ele está indisponível. E se o processador de um computador superaquecer e estragar, ele também fica indisponível.

Já seria algo ruim se a indisponibilidade apenas devolvesse a produtividade para os níveis de antes da introdução dos computadores no mundo empresarial, mas a realidade é muito pior que isso. Hoje a maior parte das estruturas de produção em empresas é desenvolvida em torno da disponibilidade de máquinas. Quando elas param, toda a linha produtiva é inevitavelmente freada.

Portanto, a relação entre o desempenho empresarial e a disponibilidade de máquinas é direta. Em boa parte dos negócios, só é possível trabalhar se existirem condições para tal. Sem computadores, todos ou quase todos os processos de trabalho são imobilizados. Na maior parte das vezes, as equipes só podem esperar que o sistema ou equipamento volte a ficar disponível.

O que é necessário para que computadores ofereçam disponibilidade em tempo integral?

A disponibilidade 24/7, ou seja, 24 horas por dia e 7 dias por semana, é algo extremamente desejado no setor de tecnologia de qualquer empresa. Mesmo se ela não opera em tempo integral, é importante que os recursos tecnológicos estejam sempre à disposição.

Só que, muitas vezes, parece que os fatores que impactam essa produtividade estão fora do alcance da gestão. Quedas no fornecimento de energia, quebras inesperadas de computadores e falhas nas conexões de internet são algumas das ameaças incertas e externas que podem travar o desempenho empresarial e causar prejuízos.

Em negócios despreparados ou com uma visão deficiente da gestão de tecnologia, é comum deixar a disponibilidade das máquinas nas mãos do destino. Mas é possível mitigar essas incertezas e garantir uma disponibilidade em tempo integral. Basta realizar uma análise de riscos cuidadosa, planos de recuperação de desastres, manutenções preventivas e redundância.

O primeiro passo para isso é investir em equipamentos robustos e confiáveis. Comprar um computador para empresa se baseando apenas no preço de venda é um erro gigantesco. É importante avaliar uma série de outros critérios, como as configurações da máquina e a sua confiabilidade, para não acabar pagando mais caro no longo prazo com manutenções e reposições constantes, além de paradas indesejadas.

É sempre importante contar com redundância em sistemas essenciais para a produtividade do negócio. Uma empresa que lida com seus clientes em tempo real na internet, por exemplo, não pode apostar apenas em uma provedora: vale a pena assinar os serviços de pelo menos duas operadoras diferentes, para garantir a disponibilidade da rede.

Dependendo do tipo de negócio e dos valores em jogo, pode ser interessante até mesmo investir em um fornecimento alternativo de energia, como um gerador externo ou painéis fotovoltaicos, para eliminar a dependência da eletricidade pública.

Outros tipos de redundância — como equipamentos sobressalentes e até mesmo soluções de softwares alternativos — são regularmente utilizados para garantir a disponibilidade de sistemas.

A manutenção também tem uma forte relação com a disponibilidade. Com manutenções preventivas regulares e constantes, é possível evitar paradas inesperadas e quebras de equipamentos, maximizando a vida útil dos computadores e também sua disponibilidade.

E, por fim, vale a pena investir em análise de riscos e um plano de recuperação de desastres, que nada mais é do que identificar as principais incertezas que podem causar indisponibilidade de sistema e trabalhar em medidas preventivas e reações programadas para o caso de elas acontecerem.

Um plano de recuperação de desastres institui, por exemplo, backups constantes para agilizar o tempo de retorno de serviço de um sistema que foi destruído por uma descarga elétrica e teve seus dados apagados.

Por que investir em equipamentos e computadores que oferecem alta disponibilidade?

Como já foi dito no tópico anterior, a alta disponibilidade está diretamente relacionada à qualidade do hardware utilizado pela empresa. De nada adianta investir em múltiplas medidas para garantir disponibilidade se a qualidade dos equipamentos é deficiente e eles inevitavelmente deixarão o operacional na mão.

Por essa razão, é importante sempre calcular o custo-benefício dos computadores e não levar em conta apenas o valor de venda na hora de renovar o parque tecnológico da organização. Uma recomendação aqui é estimar o custo total de aquisição, que leva em conta também fatores como gastos com manutenção e reposição ao longo dos anos.

Ainda que seja difícil estimar com precisão essas incertezas, é possível se basear na confiabilidade demonstrada pelos fornecedores de computadores com outras empresas. Por isso, sempre pesquise antes de comprar.

E agora que você já sabe a relação entre a disponibilidade de máquina e o desempenho empresarial, aproveite para baixar nosso guia do investimento em tecnologia!

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