Mobilidade corporativa, grande volume de dados, segurança, performance, boa relação custo-benefício… Uma companhia precisa considerar muitos aspectos antes de adquirir equipamentos relacionados à área de TI. Quer saber como estabelecer critérios na hora de realizar uma cotação de computadores para a empresa? Vamos ajudá-lo nessa tarefa!

A importância da escolha de equipamentos corporativos

Hoje em dia, apostar em tecnologia já não é uma opção. Ela embasa operações da maioria das empresas, tem um impacto direto sobre a produtividade dos funcionários e a experiência do cliente.

Portanto, na hora de definir a compra de equipamentos, esse investimento deve ser feito de forma consciente. Os produtos precisam dos requisitos técnicos necessários para atender à organização, contribuindo para estabelecer um diferencial competitivo.

Sem esse cuidado, a empresa corre riscos. A defasagem tecnológica prejudica as operações e impede os colaboradores de atenderem às necessidades dos clientes com eficiência máxima.

Podemos mencionar ainda outros impactos, como a impossibilidade de superar a concorrência (ou mesmo se igualar a ela), o aumento dos custos com a manutenção da infraestrutura, entre outros.

Em resumo, a escolha dos equipamentos é um fator decisivo para a competitividade e lucratividade de um negócio. Portanto, o investimento deve ser realizado com critério.

6 critérios para a cotação de computadores empresariais

Para ajudá-lo, selecionamos 6 critérios que sua empresa não pode negligenciar no momento da cotação. Eles garantem que o equipamento atenda às demandas dos funcionários e impulsione a produtividade da equipe. Confira!

1. Tipo do equipamento

Para satisfazer esse critério, o responsável pela cotação precisa conhecer bem a realidade e as necessidades de cada usuário. Empresas e tarefas diferentes exigem requisitos específicos. Portanto, não há um único equipamento ideal para todos.

Vamos exemplificar: áreas como a financeira, administrativa e industrial dificilmente exigem mobilidade do usuário. Portanto, para esses casos o All in one ou o PC tradicional são excelentes alternativas.

Já para as áreas que exigem mobilidade, como departamento comercial e marketing, o notebook é uma opção melhor. Esses colaboradores podem se deslocar com os equipamentos para atender às suas demandas específicas.

2. Desempenho do equipamento

Mais uma vez, a escolha deve levar em consideração as necessidades de cada usuário. Todo o conjunto — monitor, processador, memória, disco rígido, rede e bateria — deve ser adequado às tarefas que ele realiza.

Qual é o foco desses colaboradores ou do departamento? Eles guardam um grande volume de dados, trabalham com imagens, manejam diferentes planilhas e produzem relatórios, por exemplo?

Essas questões são importantes para definir se o equipamento precisa ter maior capacidade de armazenagem ou de processamento. Se o usuário guarda um grande volume de dados, precisa de um disco rígido maior, certo?

Já quando o foco do departamento é o trabalho com imagens — como o marketing e, às vezes, o setor de vendas — as necessidades são outras. Será preciso recorrer a processadores potentes, disco rígido maior e mais memória.

No caso dos departamentos que usam grandes planilhas, a melhor alternativa é comprar um equipamento com processador médio e muita memória. Como se pode perceber, os requisitos são variáveis.

3. Segurança do equipamento

A exposição e perda de dados pode trazer diversos prejuízos de ordem interna e externa a uma organização. Por isso, a segurança é uma prioridade e computadores corporativos precisam contar com recursos que não são comuns em equipamentos domésticos.

Computadores empresariais geralmente são conectados a redes de grande porte. Para que esse acesso seja seguro, eles devem ter recursos de TPM (Trusted Platform Module).

O chip TPM é um componente que, quando instalado em um computador, permite criptografia de dados via hardware. Além disso, ele tem um sensor de intrusão, que protege o equipamento contra violações.

4. Compatibilidade com as aplicações relacionadas à área

Felizmente, grande parte das empresas já compreendeu que vivemos em um mundo globalizado, onde tudo acontece na nuvem. Por isso, hoje em dia é difícil enfrentar problemas de incompatibilidade com aplicações.

No entanto, ainda existem fornecedores de sistemas que não adaptaram seus produtos para rodar em Windows 10. É importante consultar o desenvolvedor do ERP, por exemplo, para verificar a compatibilidade e ficar atento a esse aspecto.

Vale a pena lembrar que a Microsoft está retirando gradualmente o suporte para aplicações que só rodam em sistemas operacionais antigos. Portanto, é essencial buscar fornecedores que se adaptem aos novos tempos.

5. Relação custo-benefício do investimento

Outro aspecto que a empresa precisa analisar é a relação custo-benefício. Um primeiro sinal é a compatibilidade entre os preços oferecidos pelo fornecedor e os praticados no mercado, considerando equipamentos com características similares.

O preço não é o único fator a ser considerado, mas ele com certeza precisa fazer parte da sua avaliação.

É necessário observar não só se existem vantagens reais nos equipamentos que apresentam um preço mais alto, mas principalmente se esses supostos benefícios podem ser convertidos em diferenciais competitivos para sua empresa.

Em muitos casos, a compra mais cara pode não gerar maior capacidade competitiva para a organização. Isso acontece quando os recursos adicionais não são úteis para um determinado tipo de negócio ou atividade, sendo um gasto desnecessário.

Outro ponto essencial é a durabilidade dos equipamentos. Isso se refere não só à sua capacidade de funcionar em longo prazo sem exigir muitos reparos, mas também de atender bem à organização por um período prolongado.

Antes de adquirir um computador, é preciso analisar se o produto é moderno o suficiente para operar de forma plenamente satisfatória pelos próximos 4 anos. Computadores de gerações antigas, apesar de serem baratos, exigirão uma troca mais rápida, consumindo a diferença de valor no ato da compra.

Também é importante pensar no pós-venda. Analise se o fornecedor tem outros clientes do porte do seu negócio e se consegue garantir suporte ágil e eficaz. Para isso, verifique qual é a avaliação que ele tem com outros compradores.

6. Qualidade da assistência técnica

Mesmo equipamentos de boa qualidade podem precisar de assistência técnica. Problemas causados pelo mau uso, incidentes ou mesmo desgastes relacionados ao tempo de utilização podem demandar reparos.

Por isso, antes de adquirir um equipamento, é importante verificar se a assistência técnica é acessível. Veja se a marca tem uma boa cobertura nacional ou se atua em sua região.

A Positivo, por exemplo, tem uma parceria com a IBM Services. Ela presta assistência em campo para os produtos vendidos ao mercado corporativo durante o período de garantia.

Os termos dessa parceria são excelentes para o usuário. Se, depois de entrar em contato com o call center da Positivo, não há uma solução remota possível, o próprio fabricante aciona a IBM, que realiza o atendimento em campo, em qualquer lugar do Brasil.

Em capitais, esse atendimento acontece no dia útil seguinte ao chamado. No interior, o prazo pode chegar a no máximo 3 dias. É a garantia de um serviço padronizado e de extrema qualidade ao cliente.

Agora você já tem a checklist para fazer sua cotação de computadores corporativos. Gostou das dicas? Quer conhecer as melhores opções para sua empresa? Então não perca tempo! Converse com os especialistas da Positivo agora mesmo e descubra soluções tecnológicas para impulsionar seu negócio. Aguardamos seu contato!

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