Provavelmente você já deve ter ouvido falar em organizações exponenciais. Com a transformação digital, gestores e empreendedores passaram a buscar referência nesse tipo de empresa, que é moderna e utiliza a tecnologia de maneira mais eficaz e estratégica, para gerar vantagem competitiva.

No entanto, o que muitos se perguntam é: como esses empreendimentos conseguiram se reinventar para atender às novas demandas? Como companhias tão jovens conseguem se consolidar com tanta rapidez em um mercado tão volátil?

Já parou para pensar como sua marca poderia crescer e se consolidar adotando esse modelo de negócio? Quer entender um pouco mais do assunto? Confira:

O que são organizações exponenciais?

Por definição, as organizações exponenciais, também chamadas de ExOs (Exponential Organizations, do inglês) são um padrão baseado no livro de mesmo nome, dos autores Salim Ismail, Yuri Van Geest e Michael Malone.

Elas assim se definem por apostar em um sistema altamente eficiente, resultando em um crescimento expressivo muito rápido — ou seja, exponencial — em um curto espaço de tempo, quando comparadas com as que seguem o tradicional.

Esses empreendimentos conseguem se sobressair cerca de 10 vezes mais rápido do que as suas concorrentes, pertencentes ao mesmo nicho, com uma metodologia moderna, reunindo os ingredientes certos para alavancar a sua marca.

A escalada desse novo padrão chamou a atenção de gestores e donos de empresas mais conservadoras, principalmente em tempos de crise e instabilidades na economia, nos quais uma ExO consegue se expandir e manter a competitividade, sem entrar no vermelho.

O que é importante para uma ExO?

As principais organizações exponenciais carregam consigo um ponto em comum: as soluções modernas de tecnologia como as suas principais aliadas.

Esse é justamente o erro que o conservadorismo comete: utiliza modelos obsoletos, com defasagem tecnológica, o que atrapalha bastante a sua expansão, agilidade e desenvolvimento.

Para se ter uma ideia, grandes nomes como o Google, Pinterest, Tumblr e Uber perceberam que a internet e o uso de aplicativos móveis são maneiras simples, de grande alcance e sagacidade para dar maior visibilidade as suas marcas, com um custo bastante reduzido.

Além disso, a comunidade de usuários e colaboradores se torna bem mais ampla, fortalecendo a base dos negócios, expandindo a sua rede de atuação por todo o mundo.

As ExOs de sucesso são reconhecidas por desenvolverem novas soluções para lidar com problemas antigos. Ou seja, inovação é a palavra-chave para quem quer apostar nesse novo padrão e aumentar os seus resultados, com destreza e business intelligence.

Inovar não quer dizer que o empreendedor vai se desfazer de toda a infraestrutura já existente e apostar em uma nova. Pelo contrário, é aproveitar o que já se tem, com o uso de uma solução simples e que traga resultados efetivos.

E isso é possível para todo tipo de corporação, independentemente de seu porte ou segmento de mercado. Basta perder o medo de apostar no desconhecido.

Como justificar o crescimento dessas empresas?

Apesar da modernização que vivemos na atualidade, corporações mais antigas trabalham com sistemas lineares na execução e gerenciamento de suas atividades.

No Brasil, ainda existe uma cultura muito forte ligada à hierarquia, centralização do poder e na restrição das estruturas corporativas, em razão de um sistema retrógrado, incorporado às companhias há centenas de anos, baseadas em um modelo que já não oferece os resultados desejados pelos gestores.

E na prática, como isso funciona?

A realidade dos dias atuais é outra. No próprio dia a dia usamos o design thinking sem perceber, o que já mostra a mudança no padrão anteriormente estabelecido e uma tendência voltada para as transformações organizacionais.

A nova mentalidade trazida pelas ExOs foge dos padrões tradicionais e carrega novos conceitos, como a descentralização, gestão horizontal, inovação, não-linearidade e transparência, aumentando as suas chances de sucesso e expansão, mesmo em um contexto socioeconômico não-favorável.

O processo que leva a sua aceleração e desenvolvimento é baseado nos 6 Ds:

  • democratização;
  • digitalização;
  • disrupção;
  • dissimulação;
  • desmonetização;
  • desmaterialização.

Em tempos de crise e de incertezas no cenário econômico, vence quem consegue pensar fora da caixa.

Qual o perfil de uma EXO company?

Todas as empresas que seguem esse perfil, trabalham com um Propósito Transformador Massivo (PTM) e outros atributos, agrupados como elementos de criatividade — conhecido no meio corporativo como SCALE — e de controle, chamados pelas organizações exponenciais de IDEAS.

Vale ressaltar que nem todos os modelos de negócio seguem todos esses conceitos que apresentaremos mais detalhadamente. Contudo, é importante conhecer a sua filosofia e explorá-la para entender como adaptá-la a sua realidade e despontar no mercado.

Propósito Transformador Massivo (PTM)

No mundo corporativo, só consegue ser grande quem pensa grande. Isso é o que fazem as ExOs.

Todas elas utilizam o propósito transformador massivo, que nada mais é do que uma declaração de propósito, que mostra de onde partir até onde se deseja chegar. Em um primeiro momento, isso pode soar exagerado, mas é um elemento essencial para alavancar o empreendimento.

Essas ideias são motivacionais, criadas para mover os colaboradores e causar impacto no ambiente externo. A ideia aqui é fazer o que os outros não fazem ou criar algo melhor, mais prático e passar na frente da concorrência.

Para entender melhor como esses empreendimentos alcançam o sucesso, vamos falar nos próximos tópicos sobre SCALE e IDEAS.

SCALE 1 — Staff on Demand (Equipe sob demanda)

Companhias de rápido crescimento estão baseadas na terceira plataforma de TI, que é mais ágil e eficaz, principalmente com o advento da computação em nuvem e da mobilidade.

Nesse cenário, as empresas modernas pararam de trabalhar com equipes muito grandes e, em muitos casos, pouco produtivas. Justamente por isso, o conceito Staff on Demand ganhou força. Assim, elas contratam de acordo com a demanda do momento.

Esse conceito ganhou força porque vários empreendimentos trabalham com o regime home office e contratam um número maior de pessoal somente em épocas de pico ou terceirizam serviços, para manter os custos sob controle. Afinal, manter uma equipe própria é caro e inviabiliza muitos negócios.

O que gestores e empreendedores precisam compreender é que, atualmente, as pessoas estão trabalhando por projeto, principalmente pela maior flexibilidade de horários e possibilidade de trabalhar para vários clientes, aumentando a sua renda mensal.

Muitos gestores entenderam esse conceito e estão aproveitando esse novo modelo de trabalho, agregando colaboradores temporários, oferecendo incentivos que viabilizam essa modalidade de contratação e, com maior liberdade, eles conseguem ser mais criativos, com desempenho superior.

SCALE 2 — Comunidade e multidão

Um diferencial desses empreendimentos é que eles provocam interações com a comunidade que os cercam. Na prática, isso significa unir usuários, parceiros comerciais, fornecedores e clientes para gerar um resultado positivo.

Esse engajamento promove a fidelização do seu público-alvo e contribui para reforçar a marca na mente das pessoas. Essa é a deixa para divulgar novos produtos/serviços e ideias. Nesse caso, é impossível pensar em crescimento se não houver uma aproximação com as pessoas.

Negócios da área de TI já utilizam esse conceito há bastante tempo, mantendo-se ativas e competitivas com o uso da tecnologia e marketing de divulgação/vendas.

SCALE 3 — Algoritmos

Se existe algo com que as organizações exponenciais sabem trabalhar é com o Big Data. Isso cria uma imensa vantagem competitiva, quando se compara empreendimentos do mesmo segmento de mercado que se guiam por suposições e projeções que nem sempre condizem com a realidade.

Um bom exemplo disso é o Google, em que um simples processo de admissão é definido por meio de um algoritmo e uma análise de dados, de maneira simples e objetiva.

As ExOs buscam os 5 P’s mais importantes para alcançar as suas metas de crescimento:

  • previsão;
  • prevenção;
  • participação;
  • personalização;
  • produtividade.

SCALE 4 — Ativos alavancados

Embora o nome seja audacioso, o conceito é bastante elementar: para criar ou expandir um negócio, não é necessário fazer um investimento alto ou pegar empréstimos com juros abusivos. Basta ter uma boa ideia e agregar pessoas que queiram investir.

No passado, para se criar uma empresa, era necessário um bom maquinário, instalações e infraestrutura robusta. Agora, é só saber utilizar os ativos que você já tem disponíveis.

Um exemplo de modelo simples e bastante popular é o Waze, que utiliza os smartphones de seus usuários para obter informações sobre o trânsito em diversos locais, sem a necessidade de instalar nenhum equipamento. Isso a um custo mínimo, superando o Navteq, que se baseava em sensores físicos nas rodovias e estradas.

Com a evolução da TI e a modernização com as quais contamos na atualidade, qualquer empresário pode colocar o seu produto/solução no ar, sem precisar contar com servidores físicos, tornando o processo mais simples, com menor burocracia e custo inferior.

Assim surgiram as diversas startups, que estão dominando o mercado. Você se lembra como era complicado lidar com cartões de crédito antes da Nubank, que veio com sua proposta sem anuidade? Ou como a Netflix fez com que diversas pessoas desistissem da TV a cabo?

Isso é o que as organizações exponenciais fazem. Apostam no novo e deixam a concorrência para trás.

SCALE 5 — Engajamento

Nas empresas tradicionais, os gestores costumam investir em bonificações, concursos e cupons para aumentar o engajamento do seu público. No entanto, as ferramentas de gamificação das ExOs vêm aperfeiçoando esse sistema, atraindo clientes novos e fidelizando os antigos.

Com a possibilidade de interagir com os fornecedores por meio de aplicativos e mensagens do tipo push, elas conseguem ter maior proximidade com o seu público, fazendo a tecnologia e marketing andarem juntos.

IDEAS 1 — Interfaces

Esse é um mecanismo de controle que muitas corporações (especialmente setores de desenvolvimento e TI) utilizam para gerenciar os seus processos e aumentar a eficiência de seus produtos/serviços.

Um bom exemplo são os aplicativos de smartphones, cada vez mais modernos e ágeis. Poucas pessoas enviam mensagens quando podem usar um mensageiro eletrônico ou ficar pegando filas em bancos, quando podem fazer praticamente tudo no aparelho, tornando a interface entre usuário e desenvolvedores mais estreita e com melhorias contínuas.

Não se convenceu? Então pense nos apps de transporte, como Uber, 99 POP e Cabify, em que a interação entre usuário e motorista é mais direta: a pessoa digita o endereço, o motorista aceita a corrida, leva-a até o destino e é avaliado por meio do próprio aplicativo.

Justamente pela qualidade do serviço e a interação, eles caíram no gosto popular, deixando o tradicional táxi para trás, que é baseado em um modelo de trabalho antigo e sem as facilidades de pagamento que esses aplicativos oferecem.

IDEAS 2 — Dashboards

O nascimento das organizações exponenciais seria impossível se não existisse um controle de processos eficiente por trás de suas operações, dos dados com foco na segurança da informação, tudo em tempo real, com aperfeiçoamentos contínuos.

Mensurar os principais indicadores de desempenho da companhia é algo extremamente relevante para saber onde você está e para onde deseja ir.

Nesse cenário, a tecnologia trouxe a possibilidade de acompanhar o trabalho dos colaboradores com dashboards, que são plataformas nas quais é possível visualizar e monitorar o que cada um faz, para traçar metas mais realistas e avaliar de maneira justa o trabalho individual e também de suas equipes.

Dessa forma, pode-se fazer o negócio crescer e explorar as habilidades de seus funcionários, graças ao feedback do líder, que deve ser sempre realizado por meio de uma crítica construtiva, incentivando a pessoa a aperfeiçoar as suas habilidades.

Esse sistema de trabalho e avaliação é extremamente eficaz, pois o gestor consegue enxergar os gargalos do processo e acompanhar diariamente a produtividade de sua equipe.

IDEAS 3 — Experimentação

No modelo convencional, o produto final era testado apenas por alguns consumidores e depois já era lançado. Quando defeitos ou inconformidades eram detectados, o custo da mudança ou de aperfeiçoamento acabavam sendo muito altos.

Não acredita? Então pense no recall dos carros e no valor deles para a montadora.

As ExOs são diferentes. Elas trabalham com uma quantidade mínima de um determinado produto/serviço e o oferecem aos clientes, justamente para testar a sua utilidade, verificar os feedbacks dos consumidores, fazer os ajustes necessários e, então, comercializar em larga escala.

O mercado de smartphones é a prova viva disso. Apple e Samsung lançam, todos os anos, versões mais aprimoradas de seus aparelhos, gerando disputas entre os consumidores, o que fomenta ainda mais a concorrência e o aumento na qualidade dos produtos.

IDEAS 4 — Autonomia

Esse é um ponto interessante especialmente para as indústrias, pois mostra uma nova era de trabalho, representando a mudança do sistema de hierarquia tradicional.

Graças à autonomia, gestores, líderes e demais colaboradores têm um relacionamento horizontal, no qual todos se ajudam em prol da própria organização. Se ela ganha, todos ganham.

Esse conceito resume todos os anteriores. O propósito transformador massivo, no qual todos sabem onde devem chegar, a equipe sob demanda, com o trabalho separado por projeto, no qual todos os parâmetros já estão bem definidos e os dashboards, para o acompanhamento e monitoramento das atividades.

Quando bem implementada, essa combinação resulta em uma excelente produtividade, que se traduz em resultados positivos para o empreendimento.

IDEAS 5 — Tecnologias sociais

As redes sociais não transformaram apenas as relações pessoais, mas também as corporativas.

Ao interagir com o seu público de maneira direta, as organizações exponenciais conseguem deixar a sua marca registrada na mente das pessoas, que terminam consumindo o produto/serviço nem que seja por curiosidade.

Outro ponto positivo das tecnologias sociais é a possibilidade de receber elogios dos clientes em relação à companhia. Como as notícias correm, outras pessoas ficam engajadas e também resolvem experimentar. Mais uma vez é a tecnologia e marketing andando de mãos dadas em prol do sucesso corporativo.

Agora que já abordamos de maneira abrangente as ExOs, podemos fazer uma comparação com os modelos convencionais:

Empresas tradicionais

  • baseadas em hierarquia;
  • resultados unicamente financeiros, com pouca participação dos colaboradores;
  • gestão linear e sequencial;
  • planejamento embasado em sistemas de gestão obsoletos;
  • tecnologia incapaz de atender às demandas do seu público-alvo;
  • processos com pouca ou nenhuma flexibilidade.

Organizações Exponenciais

  • maior autonomia na tomada de decisões;
  • uso da modernidade em prol do crescimento;
  • gestão horizontal, na qual todos tem voz e vez;
  • inovação em primeiro lugar;
  • aperfeiçoamento constante;
  • adoção de sistemas de trabalho mais flexíveis e modernos, com a virtualização e o uso do BYOD, gerando um melhor desempenho por parte de seus colaboradores.

É possível adaptar o SEU modelo de negócios?

Não existe uma fórmula pronta para abrir uma empresa e fazê-la crescer da noite para o dia. Tudo exige planejamento, pesquisa e disciplina, para tirar os seus sonhos do papel e se transformar em uma organização exponencial de êxito.

Para começar, você pode seguir esses passos para tornar o seu empreendimento mais moderno e atingir resultados massivos com maior rapidez. Acompanhe!

Defina um Propósito Transformador Massivo

O PTM é o pontapé inicial para delinear o seu empreendimento e ter as primeiras ideias para criar o diferencial da sua marca em relação à concorrência. Quanto mais detalhado, melhor.

Reúna uma equipe

Trocar experiências com pessoas que têm os mesmos objetivos que você é muito importante. Se possui um empreendimento, busque conhecimento em grupos, livros e na própria internet, para conhecer a fundo o seu segmento de atuação, as suas principais necessidades e vulnerabilidades.

Sim, isso mesmo. A fraqueza da concorrência pode ser a sua força. Já parou para pensar, por exemplo, em quantas pessoas vêm utilizando os bancos digitais?

Isso acontece porque eles têm menor burocracia, resolvem problemas rapidamente e oferecem taxas bem inferiores em relação aos físicos. Nada de filas nem de perder horário de almoço falando com gerente. Tudo é resolvido via aplicativo.

Percebeu como um serviço de má qualidade abriu um mercado para novas instituições bancárias? Ao reunir um time, você pode aproveitar o erro da concorrência e fazer dele o seu diferencial.

Tenha uma equipe de fundadores

Apesar de ter uma boa ideia, existem pessoas que enxergam coisas que você não vê, o que pode fazer toda a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma empresa.

Por isso, é importante reunir um especialista no assunto, um visionário (provavelmente você), alguém da área financeira e um engenheiro. Dessa forma, é possível sonhar e materializar a sua ideia de maneira organizada e inovadora.

Faça um modelo de negócio exponencial

De nada adianta ter uma boa visão de organizações exponenciais se ainda está preso a uma metodologia retrógrada, que demora a gerar lucro e é mais sujeita às flutuações econômicas.

Se esse é o seu caso, não deixe de focar na gestão de projetos moderna e criar um padrão mais adequado para a expansão do empreendimento.

Tenha uma fonte de recursos

O grande problema de muitas companhias que querem ganhar mais e se manterem ativas, mesmo em tempos de instabilidade e crise, é a falta de capital para efetuar mudanças ou começar do zero.

Para aqueles que já iniciaram, a questão é mais simples do que se pensa. Primeiro, deve-se analisar a infraestrutura de TI que afeta a produtividade dos funcionários para pior, quando obsoleta, ou para melhor, quando bem estruturada.

Se for começar do início, busque o seu time de fundadores e permita que cada um faça a sua contribuição para iniciar as atividades. É assim que muitas das startups brasileiras nasceram e vêm fazendo sucesso, como a já citada Nubank.

Tenha um canal de marketing e vendas

De nada adianta ter um bom produto/serviço e não fazer uma boa divulgação, não é verdade? Portanto, utilize as redes sociais para compartilhar o que você tem e espalhar esse conceito para todos.

Acredite, as mídias sociais têm muito mais alcance do que se imagina, a um custo-benefício extremamente interessante.

Seja organizado

Para que tudo funcione dentro do esperado, é necessário ter disciplina em todas as etapas do processo. Isso vale desde o nascimento da marca, seu desenvolvimento e aprimoramento. Trabalhar de maneira desorganizada é sinônimo perder oportunidades, vendas e clientes em potencial.

Se você tem problemas para deixar tudo em ordem, procure uma pessoa de confiança para compartilhar os seus ideais e que possa auxiliar você para manter tudo em ordem.

Seja uma plataforma

Quando conseguir materializar o seu novo modelo de trabalho, lance uma plataforma para obter maior confiabilidade do público que deseja atingir.

Não se esqueça: Google, Apple e Amazon são plataformas bem estruturadas. Empresas tradicionais não o são, por isso se tornam menos competitivas.

As organizações exponenciais conseguem desenvolver processos simples e eficiente, com feedbacks e aprimoramentos constantes, se desenvolvendo e expandindo mesmo em momentos difíceis, ganhando força no mercado e a confiança dos clientes. Deixe o medo e o conservadorismo de lado e venha fazer parte do time dos vencedores!

Você curtiu este post? Lembrou de outros exemplos de negócios de sucesso? Então deixe um comentário e compartilhe a sua opinião e experiências sobre o assunto!

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