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5 principais tendências de tecnologia para 2021

1 de Janeiro de 2021

por: MKT Positivo

O ano de 2020 ficará marcado como um ano de transformações. Em razão da pandemia de coronavírus, tivemos que adaptar e repensar nosso estilo de vida e até que a vacina seja uma realidade para a maioria das pessoas, devemos continuar vivendo um período de transição.

Entretanto, 2021 marcará consolidação de certas tecnologias e estilos de vida. O trabalho remoto agora é uma realidade, a telemedicina comprovadamente funciona e carros autônomos deixaram de ser um sonho para virar realidade – ao menos nos países em que o 5G já está ativo.

Isso nos dá um indicativo de quais áreas e tecnologias terão destaque no próximo ano. Estas são, segundo especialistas de todo o mundo, as 5 principais tendências de tecnologia para 2021.

1. Trabalho remoto veio para ficar

A pandemia de coronavírus forçou milhares de pessoas a trabalharem a partir de casa e se as lideranças empresariais precisavam de testes para se certificar se esse modelo funciona ou não, a prova foi realizada: muitas companhias viram que é possível reduzir custos e proporcionar maior qualidade de vida aos trabalhadores seguindo esse formato.

Sendo assim, em 2021 além da manutenção desse modelo até que tenhamos a maior parcela da população vacinada, novas tecnologias destinadas a facilitar esse processo devem surgir. Entre as principais preocupação estão aspectos de segurança e ferramentas que tornem o trabalho remoto mais colaborativo.

2. Telemedicina: um novo passo nos cuidados com a saúde

Embora a medicina tenha evoluído de forma significativa nas últimas décadas, sempre houve receio por parte dos profissionais de adotarem o formato à distância como uma das possibilidades de consultas. Entretanto, 2020 provou que já temos tecnologia suficiente para dar esse passo, e esse cenário deve se intensificar em 2021.

Consultas médicas em chats de vídeo, diagnósticos feitos com auxílio de softwares e entrega de medicamentos em casa são tendências que devem crescer ainda mais. Equipamentos eletrônicos de monitoramento, como smartwatches, pulseiras fitness, balanças e medidores de pressão arterial passarão a fazer parte do dia a dia de consumidores.

3. Carros elétricos (e autônomos)

Elon Musk, criador da Tesla, se tornou o homem mais rico do mundo em 2020. Grande parte do seu sucesso se deve ao crescimento de mercado dos veículos elétricos, cada vez mais significativos junto aos consumidores. Há quem diga que os carros são o próximo palco na disputa das grandes indústrias pela preferência do consumidor.

Os veículos autônomos também estão na pauta. Na cidade de Phoenix, nos Estados Unidos, mais de 300 carros já circulam pelas ruas sem motorista. Na China, os primeiros testes começam em janeiro. O fato é que que os veículos autônomos já são realidade e é questão de tempo agora para que eles comecem a circular em maior escala.

4. Regulação das relações via internet

A entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) deve se consolidar efetivamente em 2021. Somado a isso, governos de diversas partes do mundo veem com preocupação a forma como as grandes empresas de tecnologia – Google, Facebook, Microsoft, entre outras – controlam o mercado.

Na União Europeia e no Reino Unido, propostas de lei que regulam serviços digitais e uma espécie de código de conduta passam a valer em 2021. Nos Estados Unidos, o novo presidente eleito, Joe Biden, também deve tocar neste tema em seu mandato. O fato é que é certo que medidas serão tomadas pelos governos para diminuir a sensação de impunidade com relação aos crimes virtuais.

5. 5G e a Internet das Coisas

O Brasil ainda está um pouco atrasado com relação à implantação do 5G, mas a chegada da nova geração de conexão mobile deverá representar um salto tecnológico significativo em diversos aspectos. Mais aparelhos inteligentes, casas completamente conectadas e automação de rotinas é o que veremos daqui em diante.

A utilização de recursos de inteligência artificial deve permitir uma troca de maiores volumes de dados em tempo real, tornando a automação não apenas uma alternativa, mas a melhor solução na maioria dos casos. Tecnologias que estimulem a redução de contato ainda estarão em alta por um bom tempo.