Nos últimos anos, o computador pessoal básico ganhou diversas formas e utilidades para se encaixar como uma luva nas necessidades de cada usuário — a nível de pessoas físicas ou mesmo de multinacionais. Entretanto, além da praticidade oferecida, essa multiplicidade de formatos também trouxe certas dúvidas em relação à escolha do melhor modelo para otimizar o desempenho das empresas. All in One, PC desktop ou notebook? O melhor All in One do mercado é mais eficiente do que um desktop de última geração? Existem notebooks com a mesma capacidade de processamento de um computador pessoal?

Por mais que os smartphones e tablets sejam os equipamentos preferidos do brasileiro para acessar a internet — como mostra pesquisa do IBGE, afirmando que 69% da população navega na web via celular — a maior parte das tarefas corporativas ainda necessita de equipamentos de estrutura mais robusta, para redação de textos, desenvolvimento de softwares e trabalhos com recursos audiovisuais, por exemplo. Ou seja, é preciso saber o que é melhor para o contexto de sua organização.

Neste artigo, explicaremos o que são essas máquinas e entender como elas se comportam em vários quesitos importantes no dia a dia de um negócio. Pronto para fazer a escolha certa? Então vamos lá!

A diferença entre All in One, desktop e notebook

Que tal começar o comparativo definindo em detalhes quem são os competidores? Por serem parecidos no quesito tecnologia, mas bem diferentes em relação à utilidade, é bom saber exatamente o que você está adquirindo no momento de comprar novas unidades para o seu negócio.

O PC, também chamado de desktop, é o modelo mais tradicional desse tipo de equipamento. No caso, todos os componentes essenciais para a computação estão dentro da torre ou gabinete — como placa-mãe, placa de vídeo, processador, memória RAM e HD — enquanto os outros dispositivos periféricos — como teclado, mouse, monitor, caixas de som e impressoras — são conectados a ele.

No notebook, além dos componentes principais, todos os periféricos básicos estão incluídos na máquina — teclado, trackpad e monitor. Contando com uma bateria e dotado de design dobrável, ele é feito fundamentalmente para uso móvel. Desse modo, o All in One — “tudo em um”, na tradução literal— é uma espécie de híbrido entre os dois equipamentos citados acima. Ele possui todas as peças relevantes à computação juntas ao monitor e apenas o mouse e o teclado são periféricos, usados à parte.

Confira o infográfico com as principais diferenças entre All in Ones e Desktops:

desktop x all in one

O que deve ser levado em conta na hora de escolher o melhor All in One, PC tradicional ou notebook?

Agora que definimos cada uma das opções, é hora de comparar as três soluções, a fim escolher a mais apropriada para sua empresa. Por isso, não faremos um comparativo de marcas ou modelos, mas mostraremos suas vantagens e desvantagens, de acordo com as necessidades que você pode ter na rotina do negócio. Confira!

Estrutura física

O primeiro ponto a ser levado em conta é o espaço físico que sua empresa tem disponível. Em locais menores, por exemplo, o All in One é uma grande solução, já que conta apenas com o cabo de energia para funcionar e tem design mais compacto, podendo ser facilmente alocado em qualquer lugar.

Traçando um paralelo com essa máquina híbrida, o notebook é uma alternativa mais voltada para quem também faz home office, por exemplo. Ele ainda é mais compacto do que o melhor All in One do mercado e isso o torna ideal para ambientes laborais suscetíveis a mudanças recorrentes, porém, sua tela é menor e as opções de periféricos são mais limitadas.

Os PCs têm muitas virtudes em relação aos outros dois equipamentos. Entretanto, se o assunto é espaço ocupado, o desktop perde muito nesse aspecto. Gabinetes, mesmo os menores, são mais volumosos do que qualquer outra solução. Além disso, você ainda precisa ligar periféricos por cabo — fazendo aquele emaranhado atrás da mesa quando todas as conexões não estão bem instaladas. Esse é um ponto negativo.

Outra questão é que os desktops não possuem bateria — uma vantagem dos modelos All in One e também do notebook. Essa característica torna indispensável o investimento nos breaks, os quais impedem que o computador desligue e o trabalho seja perdido em caso de quedas de energia.

Os melhores All in One do mercado, o Positivo Master U1500, por exemplo, apresentam redução do consumo de energia, em relação a um desktop tradicional com monitor LCD, de até 56%. Isso não é pouca coisa, se você considerar uma empresa que tenha 10 computadores ou mais.

Resumidamente, as dimensões maiores do PC desktop podem trazer alguns custos adicionais. Alguns deles são: necessitar de salas maiores, em função das mesas que serão colocadas para acomodar os equipamentos, maior esforço com a organização e layout do escritório, acúmulo de poeira, principalmente nos fios emaranhados atrás da máquina.

Tendo em vista tudo o que foi citado, surge o questionamento: por que o PC continua sendo usado pela maioria das empresas? Paradoxalmente, a resposta está justamente na característica que acabamos de apontar como problema, ou seja, suas dimensões.

O tamanho do gabinete de um desktop permite que os compartimentos internos sejam claramente posicionados, facilitando a manutenção — até mesmo por quem tem algum conhecimento no assunto, pois a facilidade de upgrades também chama a atenção nesse tipo de equipamento. Porém, uma virtude fundamental, decorrente desse gigantismo do desktop é sua expansibilidade, maior do que a do notebook, All in One e até mesmo do chamado Tiny — computadores com CPU compacta.

Expansibilidade

Aqui, o desktop se destaca. Normalmente, esses equipamentos vêm com diversos slots para placas adicionais, além de espaços para discos rígidos e ópticos. Isso significa que o PC desktop tem escalabilidade ajustável, segundo sua necessidade.

Ou seja, você pode instalar uma nova placa de vídeo para aprimorar sua experiência gráfica com seus games, tendo mais frames por segundo. Além disso, é possível instalar um novo disco para amplificar exponencialmente sua capacidade de armazenamento, modernizar sua placa de som para ter o melhor desempenho possível na utilização de um software para gravações profissionais — como Pro Tools, por exemplo. Tudo isso sem ter que trocar de máquina.

Design

Ainda que seja esteticamente impecável, o espaço ocupado pelo desktop o torna adequado para ambientes maiores. Já o design de um notebook é inteiramente concebido em torno da mobilidade. Se isso é bom para quem viaja a trabalho, por exemplo, é preciso lembrar que telas e teclados pequenos podem não ser tão ergonômicos a quem passa o dia trabalhando no computador pode sofrer com a pressão sobre punhos, falta de apoio, maior proximidade dos olhos, entre outros problemas.

Por outro lado, o design compacto é a grande virtude do All in One. Basta pesquisar no Google “melhor All in One do mercado” e você verá que a eliminação dos cabos e a presença dos hardwares agregados ao monitor conferem a este equipamento um aspecto clean e arrojado. De fácil instalação, essa máquina serve até como monitor de TV, quando tem o cabo HDMI conetado a ela. Isso pode ser útil para pessoas físicas ou para quem utiliza o computador em videoconferências ou tem conexão a projetores externos. Além da TV, DVD, Blu-Ray player ou até mesmo videogames podem ser integrados pelo HDMI.

Se a economia de espaço e a leveza são importantes em seu apartamento ou em sua empresa, mas, ao mesmo tempo, você não quer abrir mão de um patamar mínimo de desempenho — o que um equipamento exageradamente portátil, como o notebook, pode não oferecer — o All in One é uma opção interessante.

Esse contexto explica porque é muito comum encontrar essas máquinas em startups e empresas inovadoras ainda em fase inicial. Afinal, enquanto buscam formatar seu modelo de negócios repetível e escalável, são agregadas em pequenas salas ou em ambientes de compartilhamento de espaços — os chamados coworkings. A esse tipo de negócio, o design das máquinas deve harmonizar com custo e praticidade.

Opções de conectividade

No quesito conectividade, há pouca diferença entre eles. Todos são padrão, seja com ou sem fio. Apenas o PC terá, talvez, algumas entradas a mais. Para a empresa que pretende usar uma máquina para apresentações, por exemplo, conectada a um projetor, o notebook é uma saída mais versátil. Ou seja, o vencedor sempre será decidido pelo uso que você dá a ele.

Memória e armazenamento

De novo, pouca diferença. O único ponto em que essa especificação pende para o lado dos desktops é quando você precisa de muito armazenamento, seja para a implementação interna de um banco de dados ou para a execução de atividades em uma empresa que lide com arquivos muito pesados, por exemplo. Isso porque, enquanto o All in One e o notebook usam HDs de 2,5 polegadas, o PC utiliza a versão de 3,5. Além de suportar capacidades maiores, chegando atualmente à casa dos 20TB, é possível montar mais de um HD por máquina — algo difícil de encontrar nos outros dois modelos.

Sistemas operacionais utilizados

Todos os três tipos de computadores costumam aceitar, sem problemas, o Windows e o Linux — dependendo do sistema que você precisa em cada estação de trabalho. Se há alguma diferença, está nas versões mais completas de cada SO, que podem não rodar tão bem em equipamentos de menor capacidade. Novamente, um problema apenas se você precisa de alta performance.

Capacidade de performance

Agora falaremos sobre desempenho. Além do espaço físico, a performance dessas máquinas é uma das principais variáveis a serem estudadas na hora de decidir qual delas comprar. Se a sua empresa não utiliza softwares pesados, nem precisa de muitas tarefas rodando ao mesmo tempo em uma estação de trabalho, é possível escolher qualquer um deles sem se preocupar.

O Positivo Master U1500 roda bem com Windows e Linux, contando com Processador Intel Core i. Elegância, estilo e potência se combinam nessa máquina — ideal para empresas e profissionais da área de TI, vendas, marketing, arquitetura, entre outros segmentos.

O PC é a melhor escolha apenas para quem realiza trabalhos muito específicos, que exijam capacidade de processamento e armazenamento fora do normal, como a imposta para a produção de vídeos ou trabalhos gráficos de alta complexidade. Isso porque a versão com gabinete ainda oferece espaço para inserção de placas maiores e sistemas de ventilação melhores, proporcionando tecnologia de ponta para tarefas exigentes.

Suporte disponibilizado

Se a empresa que você escolheu como fornecedora produz equipamentos de qualidade e oferece um bom contrato de garantia, não há como errar na escolha. Aqui, a importância maior não é o modelo, mas a qualidade de suporte que a empresa oferece.

Se você precisa de alguma diferença para ajudar na sua escolha, talvez o suporte dos PCs seja mais facilitado. Ele é mais fácil de abrir e trocar peças, além de que, se houver um problema com o monitor, não há necessidade de parar a estação para o conserto — basta trocar o periférico.

Custo-benefício das máquinas

Depois de todos esses pontos, você já deve sabe que o custo-benefício sempre dependente do uso que você dará para a máquina dentro da empresa. Veja como:

  • os notebooks, a princípio, são mais caros e, por isso, dão mais mobilidade para o negócio;
  • os componentes de ponta do desktop são mais caros, mas podem ser trocados sem a necessidade de uma atualização completa do equipamento;
  • os All in One têm as mesmas limitações dos notebooks, mas são práticos e elegantes, uma forma de melhorar o ambiente de trabalho, além de otimizar o desempenho dos trabalhadores e a expeiência dos clientes.

De forma geral, podemos concluir que não é possível ter apenas notebooks em uma empresa, em virtude da necessidade de estar amparado por equipamentos com maior memória, HD mais poderoso e capacidade de extensão. Mesmo assim, os notebooks são indispensáveis no ambiente corporativo, pois são eles que garantem a mobilidade plena para equipes envolvidas em trabalho remoto ou gestores em viagens frequentes.

Perceba que você precisa ter em seu parque tecnológico uma parcela de notebooks, mas é preciso harmonizá-los com desktops ou All in One. Enquanto o primeiro não tem interface tão amigável com outros dispositivos, o “tudo em um” possui até mesmo receptor de TV digital, funcionando, portanto, como uma Smart TV, caso seja necessário.

Por ser fácil de montar, se adaptar com facilidade em qualquer apartamento ou saleta, precisar de menos fios, servir de monitor a outros aparelhos e demandar um menor consumo de energia, esses equipamentos híbridos são os mais indicados, principalmente, para pequenas e médias empresas. Afinal, elas precisam de máquinas flexíveis e com baixa manutenção.

O que avaliar no processo de decisão

Agora que você sabe como é cada um desses modelos de máquinas, basta levantar as necessidades da sua empresa em relação à tecnologia e planejar a próxima aquisição de computadores. Se os escolhidos se adaptarem perfeitamente ao seu espaço e uso, você já economiza muito otimizando a operação do negócio.

Para garantir esses benefícios, não basta apenas decidir pelo modelo certo. Afinal, você precisa escolher um bom fornecedor, pois ele entregará um produto de melhor qualidade e oferecerá o suporte necessário para evitar os problemas com manutenção e ajudará a espaçar as atualizações de estrutura, agilizando a produtividade dentro do escritório.

Se você busca renovar o parque tecnológico de sua empresa, seja com o melhor All in One disponível no mercado, PC desktop ou notebook,  entre agora em contato conosco e descubra como esses equipamentos podem ser a porta de entrada para sua transformação digital! A Positivo tem inúmeras opções para todas as necessidades corporativas!

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