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5 mitos e verdade sobre SmartTVs 4K

15 de Março de 2018

por: MKT Positivo

As TVs 4K são hoje a bola da vez da indústria de eletrônicos. Embora no exterior alguns fabricantes já comecem a comercializar os modelos em 8K, por aqui somente agora esse formato de imagem começa se popularizar com maior variedade e preços mais acessíveis. Quem não é muito ligado em qualidade de imagem, por exemplo, pode até achar que é tudo a mesma coisa, mas não é. Há muitos mitos e verdades ligados às SmarTVs 4K.

Nesse artigo, vamos esclarecer algumas das dúvidas mais frequentes dos consumidores e apontar o que de fato é verdade e o que é mentira quando falamos das telas com resolução UHD. Será que já chegou a hora de você se preparar para ter essa nova tecnologia na sua casa ou ainda é cedo para adotar o mundo do 4K?

1. Todas as TVs 4K são iguais?

Errado. Por mais que tenhamos o costume de se referir a uma TV 4K como um produto que tem uma determinada resolução de imagem (mais precisamente 3840 x 2160 pixels), nem todas as telas 4K são iguais. E a explicação para isso envolve diversas especificações técnicas que os consumidores menos atentos muitas vezes não se dão conta.

As telas UHD também podem ter resolução de 4096 x 2160 pixels. A estrutura dos pixels também varia, indo do RGB “íntegro” (somente cores vermelha, verde e azul) ao RGBW, que também adiciona pixels brancos para alcançar a quantidade ideal. Neste caso, a RGB é superior e considerada “4K de verdade”.

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Por fim, vale lembrar que há variações nos tipos de painéis, como LED, OLED ou AMOLED e cada um impacta de uma forma distinta no resultado da imagem.

2. O olho humano não é capaz de distinguir o 4K?

Não é bem assim. O olho humano possui uma capacidade fixa de perceber a resolução de uma imagem. Isso significa que, a partir de um dado momento, não adianta aumentar a qualidade que não teremos capacidade de percebê-la em toda a sua plenitude. Contudo, a distância que você fica em relação à tela influencia nessa percepção.

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Se você se sentar a menos de 25 centímetros de uma tela Full HD e de uma tela 4K, muito provavelmente perceberá o quadriculado dos pixels muito mais na primeira.

É por isso que os fabricantes indicam uma distância recomendada para você ficar em relação à tela. Quanto maior for a resolução, menor pode ser essa distância sem que você perceba queda na qualidade de imagem.

3. Há pouco conteúdo 4K disponível?

Infelizmente, ainda é verdade. Como toda tecnologia, quando ela começa a se propagar são poucas pessoas que a adotam logo no início, seja por questão de custo ou disponibilidade. Houve muita evolução nesse sentido nos últimos dois anos, mas ainda assim muito do conteúdo que existe por aí não está adaptado para o 4K.

A Rede Globo exibe uma parte da sua programação em 4K somente via GloboPlay, por exemplo. A Netflix também conta com filmes e séries em 4K, mas para isso você precisa pagar por um plano um pouco mais caro e que permita acesso a esse recurso.

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Já na TV aberta não há transmissão em 4K e nem mesmo todos os Blu-Rays estão preparados para esse formato. Até mesmo quando falamos em jogos,  tanto PS4 quanto Xbox One possuem versões atualizadas que são capazes de reproduzir o formato (PS4 Pro e Xbox One X, respectivamente).

Portanto, ainda falta muito até chegarmos a um cenário ideal. Imagina então no 8K!

4. As TVs 4K continuam sendo muito caras?

Também não é verdade. Os valores praticados nas TVs 4K mais simples caíram muito nos últimos anos. Para se ter uma ideia, em 2015 era preciso desembolsar pelo menos R$ 8 mil para comprar um modelo compatível com essa resolução. Hoje, em certas promoções, é possível encontrar SmartTVs com telas menores que custam cerca de R$ 2 mil.

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Sem dúvida, pode ser que o valor ainda seja alto para a maioria da população, mas ainda assim ele não é mais tão distante daquele que é praticado nas telas Full HD. Claro, quanto maior a tela, maior o valor. Da mesma forma, painéis que sejam construídos com materiais de melhor qualidade também encarecem o produto.

5. Toda TV 4K é SmartTV?

Em linhas gerais podemos dizer que sim, mas uma coisa não depende necessariamente da outra. Não há absolutamente nada que impeça uma TV 4K de não contar com recursos como acesso à internet, aplicativos próprios e sistema de navegação. No entanto, não é interessante para os fabricantes colocar no mercado uma opção como essa hoje em dia.

Isso porque os consumidores que buscam uma tela 4K são mais exigentes – e possivelmente têm melhores condições financeiras. Desse modo, retirar uma funcionalidade como SmartTV representaria uma economia muito pequena em relação ao valor total do produto, algo que não se justificaria no final das contas como um atrativo para o consumidor.

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