5G DSS começa a funcionar no Brasil: entenda o que é e como usar

Embora a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tenha definido que o leilão do 5G será realizado apenas 2021, operadoras como TIM e Claro estão se antecipando para iniciar um processo de transição para a próxima geração de transmissão de dados.

A prévia do 5G atenderá pelo nome de “5G DSS” e entrará em funcionamento já no mês de julho, em caráter experimental, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Entretanto, antes que você contrate-o achando que já está na próxima geração de dados móveis, é importante conhecer alguns aspectos técnicos que fazem dele apenas um teaser do que virá por aí em 2021 ou 2022.

O que é 5G DSS?

A tecnologia 5G DSS começa a funcionar no Brasil no dia 14 de julho, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, por intermédio da operadora Claro e em parceria com uma empresa sueca de tecnologia. A sigla DSS, em inglês, é um indicativo para Compartilhamento Dinâmico de Espectro, a chave para um upgrade na transmissão de dados em relação ao atual 4G.

Segundo a Claro, essa tecnologia utilizará o compartilhamento das frequências que já operam no país, que são diferentes das que serão utilizadas quando o 5G efetivamente for regulamentado pela Anatel. Assim, a partir das frequências em que o 4G opera, a Claro promete uma internet com velocidade até 12 vezes mais rápida do que o 4G tradicional.

Para se ter uma ideia, o 5G efetivo permitirá que os smartphones transacionem dados a uma velocidade de 1 Gbps. No entanto, o 5G DSS, em demonstração da própria operadora, atingiu 414 Mbps de velocidade no Speedtest.

Além disso, é importante ressaltar que para o 5G DSS funcione é preciso que o smartphone seja compatível com essa frequência. Hoje, entre todos os aparelhos vendidos no Brasil, apenas um modelo suporta esse recurso, o que o torna bastante limitado.

Cobertura restrita na fase inicial

Em sua primeira semana de funcionamento, o 5G DSS ficará restrito a algumas poucas regiões das capitais de São Paulo e Rio de Janeiro. Para os paulistas, o sinal estará habilitado apenas na Avenida Paulista e no bairro Jardins. Posteriormente, será expandido para bairros das zonas Sul e Oeste, tais como Campo Belo, Vila Madalena, Pinheiros, Itaim, Moema, Brooklin, Vila Olímpia, Cerqueira César, Paraíso, Ibirapuera e Santo Amaro.

Já no caso do Rio de Janeiro, inicialmente o sinal será aberto em Ipanema, no Leblon e na Lagoa. Posteriormente, serão adicionados ao espectro toda a orla, do Leme a Barra da Tijuca, as regiões Jardim Oceânico, Joá, São Conrado e Copacabana. Segundo a operadora, a escolha dos locais se deu em razão da demanda de tráfego, da infraestrutura de 4.5G disponível e da densidade populacional, entre outros fatores.

Já a TIM também anunciou que trabalhará com o 5G DSS, mas somente a partir de setembro, em três municípios: Bento Gonçalves (RS), Itajubá (MG) e Três Lagoas (MS), com mais cidades sendo adicionadas à lista a partir de 2021. Detalhes técnicos sobre como funcionará a rede da TIM não foram divulgados.

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