Positivo do seu jeito

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Yanny ou Laurel? Áudio viraliza assim como o caso do vestido porque cada pessoa escuta diferente; ouça

Você se lembra do caso do vestido azul ou dourado? Pois uma nova polêmica chegou à internet nesta semana e está deixando as pessoas muito curiosas. Trata-se de um áudio viral em que algumas pessoas ouvem “Yanny” e outras ouvem “Laurel”.

No caso anterior, a imagem de um vestido aparecia para alguns como azul e preto e outras o viam como branco e dourado. Agora, a polêmica em questão é um arquivo de áudio cuja gravação se atribui a uma voz robotizada. Ela fala um nome, que para uns é Yanny e para outros é Laurel.

O que está por trás disso?

Para se ter uma ideia do sucesso alcançado, em menos de 24 horas mais de 700 mil pessoas votaram no Twitter para escolher qual das opções elas ouvem. Ao menos 310 mil ouviram Yanny enquanto outros 330 mil ouviram Laurel. Ou seja, a disputa está bastante acirrada. Mas será que existe uma explicação para isso?

Sim, felizmente existe. Segundo reportagem publicada pelo site G1, a explicação está na maneira como o nosso cérebro processa os sons de frequências parecidas. Para interpretá-los, ele costuma aglutinar os sons. No caso específico do áudio viral, se o cérebro optar pela frequência mais alta provavelmente você ouvirá “Yanny”; se optar pela mais baixa, “Laurel”.

Ou seja, não se trata de um problema na audição, mas sim no processamento do áudio ouvido. Já no que diz respeito ao motivo de o cérebro escolher uma opção ou outra, existem três explicações possíveis, como destaca Adrian Rees, professor de neurociência auditiva da Universidade de Newcastle.

©GIPHY

Yanny ou Laurel: como o cérebro escolhe?

A escolha do cérebro pode ser aleatória. Ou seja, ao processar o som, o cérebro opta por um dos dois caminhos e segue-o até o fim. Outra hipótese é que o cérebro opte por seguir um caminho que atenda as nossas expectativas. Por exemplo, se antes de ouvir o áudio você pensou em “Yanny” com mais intensidade, ainda que de forma inconsciente, ele tende a direcionar as coisas para essa frequência.

Outra maneira de tirar essa dúvida é colocando o áudio para tocar em uma frequência mais grave e em uma frequência mais aguda. Nesse caso, aqueles que escutaram “Yanny” da primeira vez possivelmente ouviriam Laurel na segunda, e vice-versa. Você pode fazer esse teste ouvindo o som com fones de ouvido mais simples e, depois, em um caixa acústica mais potente. É possível que haja diferenças.

Por fim, é possível ainda que depois de brincar com as duas frequências seu cérebro adote um novo padrão. Pessoas que fizeram o teste e ouviam “Yanny” sempre passaram a ouvir “Laurel” nas demais vezes, mesmo mantendo a fonte de origem do áudio. Esse é mais um dos truques misteriosos que o nosso cérebro é capaz de executar.

E você, ouve “Yanny” ou “Laurel”?

Fonte(s):  G1

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