Positivo do seu jeito

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Psicóloga brincando com blocos com uma criança

Autismo: o que é e como lidar?

De acordo com dados do CDC (Center of Diseases and Prevention) dos EUA, estima-se que uma a cada 110 pessoas tenha autismo. Ainda que não existam dados sobre o tema no Brasil, se levarmos em consideração a mesma lógica, podemos afirmar que em uma população de pouco mais de 200 milhões de habitantes tenhamos cerca de 2 milhões de pessoas com essa condição.

Entender o conceito de autismo é fundamental para compreender as formas de abordagem e tratamento com pessoas que apresentem essas características. Antes de tudo: o autismo – ou Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) – não é uma doença, mas sim um transtorno.

A dificuldade de diagnóstico é também uma das razões pelas quais muitas pessoas sofrem. Por isso, compreender mais detalhes sobre essa condição é fundamental não apenas para proporcionar melhor qualidade de vida para quem a tem, como também para entender as maneiras de se relacionar com autistas.

Transtorno do Espectro do Autismo: o que é?

Conforme os parâmetros definidos no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), déficit de comunicação social, padrões restritivos e repetitivos de comportamento e hipersensibilidade ou hipossensibilidade a estímulos sensoriais estão entre as principais condições percebidas, ainda que nem todas se manifestem ou algumas possam ocorrer em maior ou menor grau. 

Há diversos estudos sobre o tema, mas mesmo eles não foram suficientes para que os especialistas pudessem determinar as causas dessa condição. A predisposição genética é vista como um fator predominante, mas há estudos que evidenciam que fatores ambientais durante a gravidez podem ter impacto no aparecimento desse tipo de distúrbio. Ou seja, não é possível afirmar que exista uma única condição – e nem há formas de se prevenir quanto a isso.

Em geral, o diagnóstico de TEA ocorre em bebês com idades entre 1 e 2 anos, mas atrasos de desenvolvimento podem ser indícios para que essa condição se manifeste de forma mais clara depois dessa idade. Como as características podem se manifestar em diversos graus de intensidade, o diagnóstico requer a avaliação de um profissional especializado, como um neuropediatra ou um psiquiatra pediátrico.

O envolvimento da família é fundamental no tratamento

É aí que entra em cena o papel dos familiares e dos profissionais de saúde. São eles que precisam compreender essa condição e buscar maneiras de lidar com o autista. Lembre-se: não se trata de uma doença, mas sim de uma condição, o que significa que não há uma cura, mas sim formas de tratamento.

O envolvimento familiar e a compreensão dos comportamentos por parte dos pais é o principal fator que pode auxiliar no desenvolvimento da criança. Em alguns casos, o desenvolvimento da criança pode ser mais lento se comparado com o da maioria dos colegas da mesma faixa etária. Porém, isso não significa incapacidade ou limitação, mas sim que abordagens diferenciadas devem ser priorizadas como forma de estímulo.

Casos de autismo são comuns e nos levam à reflexão

Pessoas com essa condição tendem a ver o mundo de uma forma diferente e, muitas vezes, nos levam à reflexão sobre nós mesmos. É o caso do menino Gabriel, de 11 anos, do Ceará. Em seus stories, ele confeccionou um notebook de papelão e colocou a marca da Positivo.

A empresa se sensibilizou com a menção e fez questão de entregar ao jovem um notebook da marca, além de brinquedos acompanhados de uma pequena festa para marcar o momento. O encontro foi emocionante e o resultado mostrou a importância de observar as diferentes nuances de pensamento que podem coexistir.

Diagnóstico precoce aumenta a qualidade de vida

Por ser um transtorno que se manifesta de múltiplas formas, é indicado que a criança receba um tratamento multidisciplinar. O trabalho pode envolver profissionais de pedagogia, de psicologia, de fonoaudiologia e de terapia ocupacional. As crianças podem manifestar sintomas de condições associadas ao autismo, como insônia, hiperatividade, ansiedade e até depressão.

O diagnóstico precoce é importante para que os pais também possam receber uma espécie de treinamento para saber como lidar com a situação sem que se frustrem. Quando devidamente capacitados pelos profissionais que acompanham o desenvolvimento da criança, os pais podem auxiliar o aprendizado reforçando comportamentos adequados.

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