Proteja-se: veja como evitar golpes que trocam URL de sites no seu navegador

Quanto mais pessoas fazem compras pela internet, maior é o número de pessoas que tentam aplicar golpes dos mais variados tipos. Por isso, é importante que você observe os mínimos detalhes e saiba como evitar golpes na internet, desde os mais simples até aqueles elaborados e que deixam até mesmo os mais experientes confusos.

Nesse artigo, vamos falar sobre como evitar o “golpe homográfico”. O nome pode parecer difícil, mas o truque na verdade é bastante simples. Os bandidos criam sites falsos parecidos com sites verdadeiros e trocam uma simples letra na URL. É o suficiente para que pessoas menos atentas caiam na armadilha e acabem fornecendo seus dados pessoais para terceiros.

®GIPHY

Como evitar esse tipo de golpe

É fácil evitar golpes como esse se você estiver utilizando o Google Chrome como navegador. Isso pode ser feito com facilidade graças à extensão PhishProtect Beta. Sua missão é muito simples: detectar quais são esses links maliciosos e evitar que você seja enganado pela falta de atenção.

Vamos ao passo a passo de como adicionar essa proteção extra ao Google Chrome:

©PHISPROTECT

Passo 1: primeiro, faça o download e autorize a instalação da extensão PhishProtect Beta. Clique em “Adicionar extensão” para confirmar a instalação e depois siga as instruções que aparecem na tela. Ao finalizar o processo, recomendamos reiniciar o navegador para que você se certifique que tudo está funcionando bem.

Passo 2: a partir de agora, você não precisa fazer mais nada. A extensão funciona em segundo plano, informando a você sempre que houver algum tipo de ameaça a partir das URLs carregadas pelo navegador.

Nesse caso, um aviso será exibido na tela com a frase “Malicious site ahead” (algo como “site malicioso adiante”).

Brasil é o país com mais ataques de phishing no mundo

Ficar atento a esse tipo de detalhe é especialmente importante para os brasileiros. Segundo informações da Kaspersky, divulgadas no final de 2017, o Brasil é o país com o maior número de vítimas de ataques de phishing no mundo. Nada menos do que 28,3% dos internautas já caíram em algum tipo de golpe dessa espécie.

Segundos os especialistas em segurança, a maioria dos usuários vítimas de golpes como esses são “contaminadas” ao clicar em links maliciosos recebidos por e-mail, pelo WhatsApp ou via SMS. O detalhe é que mesmo links enviados por pessoas conhecidas podem estar contaminados, por isso é importante sempre ficar de olho.

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